Os 3: Rejane, Alberico e Jonatas. Velhos amigos à distância de um triângulo geográfico mal traçado (como estas linhas): Goiânia - Brasília - Rio. Comuns. Como você.



Lugares por onde a gente anda...

Depois eu explico

Padre Levedo

Mentecapto

Barulho

Ranzinza

Texto Livre

Contos proibidos



Epinion

Fura Bolo


Mundo Perfeito

No Minimo

Cocadaboa

VidaBesta!!


























 
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Geladeira

Imas, fotos, recados, links e dicas. Enquanto couber, a gente vai grudando.







Ilusao de otica








Fradim do Henfil


Lenda de
Copacabana
(Verissimo)

Um dia, um bife - nas teclas certeiras de Marina Ferreira

Os 3 Comuns
 
julho 02, 2003  
Visitantes, amigos, inimigos, passantes, gaiatos e bicoes:

Este Lar Foi Abandonado Para Todo o Sempre!

Al nao quis contar, mas deve estar planejando a entrada de novos comuns, portanto nao somos mais 3, mas indefinidos comuns.

Abandone agora este local, que se auto-destruira em 10 segundos, e va para http://www.oscomuns.blogspot.com (isto nao é um link, preguiçoso).

Até la.
imaginou Rejane



junho 30, 2003  
Jõ,

cadê nosso novo lay-out? Tenho fotos nossas para colocar nele. Vou mandar pro teu email.
Rej, cadê você?
imaginou Alberico



junho 24, 2003  
Era uma vez um passarinho. Um passarinho pequeno, grande e amarelo. Quando este passarinho abria suas asas, nada mais via. Eram grandes e voadoras. Digo assim porque há asas que não são voadoras. Mas este passarinho tinha asas voadoras. Ele não voava todo sempre, mas quando voava, alcançava o Alto Céu. Alto céu era um lugar que ficava entre o Rio Grande de Cima e o Rio Grande de Baixo. Estes eram dois grandes rios em que moravam os maiores peixes do mundo e os únicos tubarões de água doce da Terra. Mas esta é uma outra história. Hoje estou contando a história do passarinho, esse, das asas voadoras. Um dia ele estava voando e avistou, lá de cima, uma comida suculenta. Era muita, muita comida. O passarinho então, mergulhou céu abaixo, salivando. E encontrou o paraíso. Um universo de comida suculenta, fresquinha e saborosa. E quanto ele mais comia, mais comida aparecia. Era mesmo o paraíso. E ali ele foi ficando, feliz, feliz, porque tinha encontrado um valioso tesouro. E era valioso mesmo. O tempo foi passando e o passarinho foi ficando e, mesmo apesar de ter toda a comida de que precisava, ele foi entristecendo. A cada dia um pouquinho. Foi ficando triste, cabisbaixo, desanimado... e ninguém sabia o que estava acontecendo com ele. Nem o Próprio. Próprio era um amigão do passarinho. Ele realmente conhecia e entendia o passarinho muito bem. Estava sempre ali, lado a lado. Foi então que o Próprio começou a se perguntar: será que era a comida? Não, a comida era boa e o Passarinho queria comer. Será que era o Sol? Não, o Sol quente e brilhante antes deixava o Passarinho feliz. Será que era o Vento? SIM! Era o vento! Ali, naquela terra, o vento não gostava de passear. É que acontecia uma coisa de corrente fria com corrente quente e o vento se sentia enjoado com esse vai-e-vem. E passarinhos precisam de vento. E o único jeito de fazer vento era voando. Mas se o passarinho levantasse vôo, a comida desapareceria porque ela só aparecia quando era comida, sabe? Comida encantada é assim, cheia de capricho. O Próprio também estava confuso. Havia momentos em que ele achava que o Passarinho devia sair voando e, que se passasse fome, pelo menos que fosse com o vento. Mas havia momentos em que ele achava que o Passarinho devia ficar, continuar se alimentando e alimentando sua comida. Passarinho concordou. O problema é que sempre que a gente concorda com alguma coisa, alguém vem morar com a gente. Neste caso, foi o Sonho. O Sonho mudou-se pra casa do Passarinho. De vez. E o Sonho era muito legal, muito mesmo. No começo o Passarinho achou até que estava mais feliz porque agora tinha um Sonho. Mas o negócio é que o Sonho era extremamente birrento. Isso mesmo. Feito aquelas crianças que deitam no chão e batem pernas e braços. Acredite! O sonho fazia exatamente assim! E ele não deixava o Passarinho em paz. Estava a todo tempo querendo Ser (Ser é um doce muito gostoso, o único problema é que só existe dele lá no Alto Céu). E daí um dia aconteceu. O Passarinho deixou de ouvir os conselhos do Próprio, subiu na pedra mais alta do vale da comida e alçou vôo. O Sonho encontrou o Ser e o passarinho encontrou a Felicidade. Felicidade era uma deusa, uma bela deusa que vivia mais alto que o Alto Céu. Mas esta é uma outra história...
imaginou Alberico



junho 17, 2003  
Problemas no blog.
imaginou Alberico



junho 16, 2003  

Tonho e o velho ranzinza

Com essa história de morar só acabei criando manias de velho antes da hora. Tudo dentro de casa tem uma razão, uma posição: os livros de inglês sobre a mesa no lado esquerdo, contas a pagar na escrivaninha, contas pagas dentro da terceira gaveta na pasta apropriada. No freezer os alimentos mais novos ficam do lado direito; as caixas de suco fechadas na porta da geladeira e as abertas na prateleira. Essas regras invisíveis e obsessivas foram sendo criadas aos poucos, e quando percebi já estava parecendo um velho ranzinza.

E não é que agora tudo começa a mudar? A solidão perdeu o lugar, tem xampu de loira no box do chuveiro e dependurado na torneira um porquinho cor-de-rosa simpático chamado Wilbor (que eu imediatamente apelidei de Tonho, pra ficar mais brasileiro) que faz as vias de esponja de banho. O melhor? Estou feliz.



imaginou Jonatas



 
Você é assim. A meditação em estado bruto. Todas as situações com a atração de uma única semente que cria tudo que o ser espera da felicidade e da vida. Sabendo sim e sabendo não. Não sabendo , sendo simplesmente. E ser simplesmente é tão difícil quanto. Quanto o que não-sei. Sempre pensei no momento de ser e na felicidade de simplesmente estar ali, no presente. Presente no presente. E é o que consigo quando estou com você. Nem tento. É automático. Estou com você e simplesmente sou. E não preciso tentar e não preciso fazer e não preciso pensar. Posso somente deixar. E eu surjo de mim mesma como o sol no horizonte pela manhã. Eu sei, simples comparação, mas ser é assim. É simples. Simples como amar. Amar todas as coisas e amar coisa nenhuma. Amar ponto. O amor está dentro de quem? De quem ama ou de quem é amado? Sempre quis saber. Sempre quis saber como era ser. Eu sou tu és ele é, mas ninguém é. Todos estão. Às vezes penso que a língua inglesa pode estar correta. Todos sempre estão e ninguém é. Mas com você, eu sou. Sou feliz, sou completa, sou eu, sou. Sou. Sou soul.

imaginou Alberico



junho 11, 2003  

Mein Liebling

Os olhos azuis lindos vi pela primeira vez no meu escritório em casa. O acaso do acaso do acaso. Agora ouço mein Liebling todos os dias, músicas diferentes, novos hábitos, insônia. Descobertas grandes e pequenas, surpresas, decepções. Novidade, êxtase.

E uma pequena despesa não contabilizada no orçamento do mês, a ser gasta amanhã, dia 12. Com muito prazer, é claro.



imaginou Jonatas



junho 10, 2003  
I don't want to switch off the lights

Cadê os comments? Cadê vocês, comuns?

Jõ tem medo de ficar sozinho aqui...

imaginou Jonatas